terça-feira, 17 de maio de 2016

Akita

akita inu

O Akita atrai legiões de fãs pelo mundo todo. Alguns amam sua aparência de “urso” e sua imponência peculiar. Outros adoram seu jeito mais sério e menos brincalhão. Conheça a raça e se apaixone também.
 
Família: spitz, Norte (caça)
Área de origem: Japão
Função original: longas caçadas, luta de cães
Tamanho médio do macho: Alt: 63-71 cm, Peso: 38-58 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 58-66 cm, Peso: 29-49 kg
Outros nomes: Akita Inu, Akita Japonês

Origem e história da raça

A raça Akita talvez seja a mais conhecida e venerada entre as raças nativas japonesas. Apesar da semelhança com os cães dos antigos túmulos japoneses, o Akita moderno remonta ao século 17, quando um nobre, com um grande interesse por cães, esteve exilado na Prefeitura de Akita na ilha de Honshu, uma área acidentada com frio intenso durante o inverno. Ele desafiou os proprietários locais para competirem na criação de uma raça de poderosos cães de caça. Esses cães se destacaram na caça de ursos, veados e javalis, mantendo o esporte à distância para o caçador. Esses antepassados do Akita foram chamados de matagi-inu, ou “cão de caça”. Os números e a qualidade da raça variaram nos 300 anos seguintes. No final de 1800, ele passou por um período em que foi usado como cão de luta, e alguns chegaram a ser cruzados com outras raças, na tentativa de melhorar suas habilidades de combate. Em 1927, foi formada a Sociedade Akita-inu Hozankai do Japão para preservar o Akita original, e em 1931 o Akita foi nomeado uma das riquezas naturais do Japão. O Akita mais homenageado de todos os tempos foi Hachiko, que esperava seu dono todas as noites na estação de trem para acompanhá-lo até em casa. Um dia, quando seu dono morreu no trabalho, Hachiko esperou por ele e continuou a voltar e a esperar todos os dias até sua morte, nove anos depois, em 8 de março de 1935. Hoje, uma estátua e uma cerimônia anual prestam homenagem à lealdade de Hachiko. O primeiro Akita chegou a América em 1937, quando Helen Keller trouxe um do Japão. Logo após a Segunda Guerra Mundial, os soldados voltaram para casa com Akitas do Japão. A popularidade da raça cresceu lentamente até receber o reconhecimento AKC em 1972. Desde então, ele tem conquistado admiradores e continua crescendo em popularidade. Hoje o Akita é usado como cão policial e cão de guarda no Japão.

Temperamento do Akita

 
akita inuHonrando sua herança dos cães do tipo Spitz, o Akita é corajoso, independente, obstinado e tenaz. Afetuoso com sua família, ele é inteiramente devotado e protegerá os membros da casa. Embora não seja uma raça para todas as pessoas, o Akita é um excelente companheiro, quando em boas mãos.

Como cuidar de um Akita

 
O Akita gosta de exercícios físicos e mentais diariamente. Ele precisa de oportunidades para correr em uma área segura ou usando uma coleira em caminhadas mais longas. Com bastante exercício e treinamento, ele pode ser um cachorro doméstico tranquilo e educado. O Akita é mais feliz se puder passar a maior parte do tempo com sua família. Os pelos precisam ser escovados cerca de uma vez por semana para remover pelos mortos, e mais frequentemente durante a perda de pelos. Os Akitas tendem a ser meio bagunceiros quando tomam água!

Saúde do Akita

 
Principais Preocupações: displasia de quadril, Atrofia Progressiva da Retina
Menores Preocupações: displasia do cotovelo, pênfigo, adenite sebácea, torção gástrica
Vistos Ocasional emente: Atrofia Progressiva da Retina, luxação da patela, síndrome de VKH, entrópio, epilepsia, catarata, polineuropatia, hipoplasia renal cortical
Exames sugeridos: quadril, cotovelos, olhos
Expectativa de Vida: 10-12 anos
Observações: cebolas tem sido apontadas como causadoras de alterações nas células sanguíneas dos Akitas.
 





segunda-feira, 19 de maio de 2014

Cães idosos: mudanças de comportamento

Os filhotes têm seus problemas de comportamento e os cães mais velhos tem os deles. Para os cães mais velhos, em muitos casos, não é que eles não entendem as ‘regras’, mas que eles podem, por muitas razões, não serem capaz de segui-las. Um cachorro é considerado idoso a partir de 7 anos em média.
 

A ansiedade da separação é um dos problemas de comportamento mais comuns em cães mais velhos. Um cachorro que tem ansiedade de separação vai ficar muito ansioso quando ele sente que o seu dono está prestes a sair. Quando o proprietário deixa o cão muitas vezes, este torna-se destrutivo, pode urinar ou defecar e podem salivar muito. Um cão com ansiedade de separação, costuma ficar muito contente quando seu proprietário retorna.

 
Cães mais velhos podem ter uma diminuição da capacidade de lidar com mudanças na rotina. Visão ou perda da audição pode torná-los mais ansiosos, no geral, mas especialmente quando eles são separados do dono. Alterações neurológicas também podem limitar a capacidade de um cachorro mais velho para ajustar-se a mudança.
 
Algumas das principais considerações no tratamento de ansiedade de separação são:
 
Não faça uma grande coisa sobre sair ou voltar para casa pois isso simplesmente reforça o comportamento.
 
Ensine seu cão para relaxar. Se o seu cão pode aprender a relaxar em uma ” estadia ” por longos períodos quando você estiver lá, ele vai ser mais propensos a aprender a relaxar enquanto estiver fora.
 
Mude sua as pistas sobre sua partida. Muitos cães sabem assim que o alarme dispara, que é um dia de trabalho e você vai embora. Eles começam a ficar ansioso, assim que ouvir o alarme. Precisamos mudar a nossa rotina para que o cão não saiba que vai sair. Por exemplo, pegar as chaves do carro e ir sentar-se no sofá, em um sábado, levantar-se e vestir-se como se estivesse indo para o trabalho, mas ficar em casa.
 
Comece com partidas muito curtas. Determine quanto tempo você pode deixar o seu cão antes que ele fica ansioso. Pode ser apenas 10 segundos, por isso, começar por aí. Deixe por 5 segundos, voltar e se o cão permaneceu calmo, recompense-o. Aos poucos, aumente o tempo de você se foi, sempre retornando antes do cachorro ficar ansioso e recompensando-o para ficar calmo. Isso pode demorar de semanas a meses mas a paciência é o segredo.
 
Associe sua partida com algo bom. Quando você sair, dê ao seu cão um brinquedo oco, como um que faça barulho quando morder. Isto pode levar a sua mente fora de você sair. A ansiedade tende a alimentar a si própria, por isso, se podemos prevenir a ansiedade ocorra quando você sair, o cão pode manter a calma depois de sair. Certifique-se de ambiente do seu cão é confortável: a temperatura certa, uma cama macia, a luz solar, a música ‘ fácil de ouvir “. Alguns cães vão ficar mais relaxados, se puderem ver o mundo do lado de fora, outros podem tornar-se mais ansiosos. Da mesma forma, alguns cães mais velhos são mais ansioso quando deixados ao ar livre e ficar mais calmos quando estão dentro da casa. É muito importante determinar o que é melhor para o seu cachorro.
 
Se você ficar ausente por longos períodos durante o dia, você pode querer pensar em ter alguém entrar durante o dia para deixar o seu cachorro no quintal e dar-lhe um pouco de exercício. Cães mais velhos, especialmente, pode precisar de ir lá no quintal com mais frequência para urinar e defecar. Dar-lhes esta oportunidade pode diminuir a sua ansiedade.
 
Muitos cães se sentem seguros em uma caixa e estar em uma caixa vai ajudar a reduzir sua destrutividade. Isto tornará mais seguro para eles e sua casa.
 
Use uma abordagem de equipe. Medicamentos anti-ansiedade, como Clomicalm são muitas vezes necessários para romper o ciclo de ansiedade de separação. A medicação sozinha, não vai resolver o problema. Trabalhar com o seu veterinário e especialista em comportamento animal para desenvolver um plano que irá funcionar melhor para você e seu cachorro.
 


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Roupas para cães – Quais tecidos utilizar?

A dúvida de como fazer roupas para cães é uma que surge entre muitos dos donos de pets nos dias de hoje. Com o crescimento do mercado, a variedade de roupas e acessórios é cada vez maior em pet shops entretanto, muitos preferem dar seus toques pessoais ao estilo dos pets, e aprender a produzir peças fofas e fashion para os cãezinhos é a melhor saída para deixá-los bonitos sem que percam a personalidade.
Devido a grande procura de proprietários que querem aprender como fazer roupas para cães, muitos endereços da internet já disponibilizam moldes e dicas para que os próprios donos de pets confeccionem modelos da moda para seus amiguinhos sem muita dificuldade. Levando em consideração o conforto e o bem-estar dos cães, quem se arriscar a produzir roupas caninas por conta deve prestar atenção tanto na modelagem como no tipo de tecido a ser usado na peça, pois, a escolha errada pode acarretar em problemas maiores, como alergias e lesões na pele do animal.
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Embora produzir sozinho a roupinha para seu pet tenha a falta de praticidade como seu principal inconveniente, é somente por meio da confecção própria que pode ser feita uma peça exclusiva e perfeita para seu cãozinho, e que se adeque exatamente ao seu tamanho, proporções e características individuais. Nesse artigo, você confere algumas dicas valiosas e instruções importantes para botar em prática a confecção de roupas para seu cachorro e tornar-se um estilista pet de mão cheia.

A escolha do tecido
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Escolher o tecido ideal é o ponto de partida para a produção de peças fashion para o seu pet. Muitos tecidos completamente comuns em roupas para os humanos podem causar problemas alérgicos nos cãezinhos e, como boa parte dos donos que se arriscam nessa produção própria tendem a construir os modelos a partir de retalhos de suas próprias roupas, esse é um item que deve ser bem observado.
Opções de materiais antialérgicos podem ser encontrados para esse fazer roupas para cachorros, sendo que o uso de tecidos feitos a base de algodão, flanela, plush, malha e manta acrílica também podem ser indicados para a tarefa, pois, dificilmente causarão reações indesejáveis nos cachorros.
Materiais sintéticos e todos os tipos de lã devem ser evitados e, em alguns casos, somente o atrito da roupinha com a pele do animal já pode causar coceira, problemas de pele e desconforto; portanto, vale lembrar que nem todos os pets podem ou querem usar roupinhas, e o conforto deles deve ser, sempre, a principal preocupação de seus donos.
Há quem goste de acrescentar babados, brilhos, fitas e outros penduricalhos nas roupas de cachorro para dar mais destaque ou chamar a atenção. No entanto, esse tipo de enfeite também deve ser evitado (principalmente nas regiões a que o animal tem acesso com a boca) por poder irritar o animal ou mesmo causar feridas pelo contato constante com determinada região de seu corpinho.

Como tirar as medidas do pet
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Uma das maiores vantagens em produzir roupas para cães por conta é a possibilidade de fazer um modelo de tamanho perfeito para seu pet, evitando que a peça fique apertada ou larga demais no corpo do bichinho. Para isso, além de ter o tecido ideal, é preciso tirar as medidas de seu cão com calma e cuidado, evitando erros de modelagem e o gasto desnecessário de bons materiais.
As principais áreas do corpo do cão que merecem atenção na hora de tirar medidas são, logicamente, as regiões onde a roupinha será presa no cachorrinho e, portanto, a circunferência do pescoço, o comprimento de seu corpo (medida que vai do pescoço até o início da cauda do animal) e a circunferência do tórax do pet devem ser os pontos de atenção nesse momento.
No caso de peças mais elaboradas, com mangas ou sem aberturas – do tipo que precisam ser realmente vestidas no animal e não contam com botões para facilitar o processo – a medida do comprimento das pernas do pet também deve ser tirada, garantindo a produção de um molde exato.
Caso você tenha em casa um animal muito agitado e brincalhão, uma caminhada com o pet pelas redondezas de sua casa pode ser uma boa pedida, pois, dessa forma, ele se cansa um pouco e fica mais calmo, facilitando seu trabalho na hora de tirar as medidas – tarefa para a qual os cães tendem a ter bem pouca paciência.

Moldes, modelos e acessórios
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Com tecidos e medidas em mãos, basta escolher o tipo de roupinha que mais combina com seu pet para começar a produção. Por meio de uma pesquisa rápida é possivel encontrar diferentes desenhos e moldes de roupinhas para cãezinhos - das mais elaboradas às mais simples - e botar a criatividade para funcionar.
Entre os modelos mais simples podemos citar as famosas capas para cães, que são presas ao pescoço e ao tórax do animal, ganhando uma cauda comprida que vai até a base do seu rabo e, em alguns casos, destaca uma toquinha charmosa para cobrir a cabeça do pet. Peças com mangas para vestir completamente as patas dos amiguinhos também podem ser reproduzidas com um pouco mais de habilidade, no entanto, os que tem pouca experiência com agulhas ou máquinas de costura devem começar pelos modelos mais básicos, evitando erros e o desperdício de tecido.
Uma técnica bastante usada pelos novatos na produção de roupinhas para cães por conta própria (e que pode ser facilmente aplicada por quem tem cães de pequeno porte) é a de transformar uma meia antiga num modelito fashion. Feitas com tecidos que dificilmente vão causar reações alérgicas aos cães - como algodão - as meias podem virar uma peça charmosa com apenas alguns cortes, por onde o pet enfiará sua cabeça e patas dianteiras.
O truque é simples, conforme explicado abaixo:
  • Separe uma meia grande (que caiba na circunferência do tórax do seu pet sem apertá-lo)
  • Certifique-se de que o tecido da meia não é do tipo que pode causar alergias ao cão
  • Corte da meia a sua ponta, na linha que separa os dedos do pé
  • Faça dois cortes pequenos na altura do calcanhar da meia (um de cada lado), com espaço suficiente para que caiba a circunferência da pata do cão
  • Vista a meia no seu cãozinho, colocando suas patas nos cortes da altura do calcanhar e enrolando a porção de tecido que sobra no seu pescoço, formando uma gola rolê
  • Para os fãs de acessórios, ainda é possível fazer uma touquinha com a parte retirada da meia (cortada na linha que separa os dedos do pé) por meio de dois cortes pequenos – um de cada lado - na parte superior, por onde passarão as orelhinhas do pet
  • E pronto! Seu pet já pode desfilar pelas ruas com um modelito fashion
O uso dos aviamentos certos também pode fazer bastante diferença na hora de confeccionar uma roupa para seu cãozinho, e o uso de botões de pressão é o mais indicado, já que materiais como o velcro podem causar alergias. Para evitar esse tipo de problema, também é possível confeccionar modelos que não precisem de botões, sendo totalmente fechados por costuras na área do tórax ou incluindo espaços para a entrada das patas dianteiras do cão, que já dão conta de segurar a roupa sem que ela caia de seu corpo.

Contra-indicações
Apesar de serem cada vez mais comuns no mundo dos cachorros, as roupinhas para pets podem ser desaconselhadas por uma série de motivos além da alergia que determinados tecidos podem desencadear. É importante lembrar que cães de pêlos muito longos ou que estão acima do peso não necessitam de cobertura alguma para se proteger do frio, por exemplo e, portanto, deve ser evitado vestir esse tipo de cãozinho com roupas, já que isso pode causar uma hipertermia no animal, fazendo com que sua temperatura corporal suba até muito além do normal.
A modelagem e o comprimento da vestimenta canina também devem ser observados com atenção, pois, se o tamanho for desproporcional ao corpo do cão, o tecido pode tanto impedir seus movimentos como causar acidentes envolvendo escorregões dos pets.
O uso de acessorios e, principalmente, cachecóis, também tem suas desvantagens para quem deseja enfeitar seu pet. No caso dos sapatos, quando usados por muito tempo, podem acabar impedindo que os coxins do cão (almofadinhas na sola da pata) transpirem como devem, trazendo problemas que vão desde a proliferação de bactérias até lesões na patinha e tombos (no caso de a sola do calçado não ter nenhum tipo de antiderrapante).
Cachecóis podem ser perigosos pelo desconforto que alguns bichinhos sentem com seu uso. Desconfortáveis, os cães tentarão tirar o cachecol do pescoço com mordidas e puxadas fortes com a boca, ação que pode fazer com que o pet seja sufocado pelo próprio acessório fashion.
Basta que haja bom senso e atenção às reações do pet que o uso de roupinhas e acessórios não cause danos ao bem-estar dele. Lembre-se que, ao perceber algum sinal de que há algo errado com ele, é recomendada a consulta cm o veterinario

quinta-feira, 21 de novembro de 2013


O Chihuahua é a menor raça de cachorro do mundo e encanta pelo seu tamanho e pelo seu olhar meigo e carinhoso. É preciso tomar cuidado com eles pela casa, pois são muito pequenos, principalmente quando filhotes.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

obesidade em Chihuahua

Os chihuahuas são onivoros e deve-se tomar cuidado para fornecer a eles alimentação adequada e equilibrada. Ao mesmo tempo, deve-se ter cuidado para não alimentar demais esta raça pequena. Como mamífero onívoro, o chihuahua é capaz de comer o mesmo que come um ser humano, embora seja largamente pedido que não os alimente com doces e chocolates, já que estes podem ser tóxicos, causando-lhes diabetes,obesidade e até mesmo levando-os ao obito
Os chihuahuas com excesso de peso tendem a ter problemas com os ligamentos,colapso da traqueia,bronquite cronica e esperança de vida encurtada. Alguns potenciais compradores buscam animais extremamente pequenos. Estes podem estar doentes ou desnutridos, ou ainda, se forem saudáveis, podem ter vida curta e problemas de saúde devido ao extremo nanismo. Para que se tenha um exemplar saudável, é importante alimentá-lo apenas com sua ração (específica para seu tamanho e necessidades) ou simplesmente suas latas para raças pequenas. Outro conselho fortemente dado é que se mantenha a saúde de seus dentes, já que os chihuahuas podem viver até dezoito anos e tratamento dentário em caninos não é algo simples.
Apesar de haver afirmações de que o chihuahua só deve tomar banhos após a última dose de vacina, podem ser ministrados desde filhote, em casa, com água morna e em local sem correntes de vento e frio, já que este animal é bastante sensível a mudanças de temperatura, em particular a variedade de pelagem curta. Por ser um canino frágil, ainda apresenta o inconveniente de ser preferível que não tome banho junto a outros cães, para prevenir doenças ou até mesmo evitar o instinto caçador de um cachorro, já que, por ser diminuto, o chihuahua representa por vezes uma presa. Sua pelagem curta não requer muitos cuidados, embora a longa necessite de escovação e tosa

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Melhor amigo do homem – A amizade entre cães e pessoas

Conhecido como o melhor amigo do homem, o cachorro é um animal de bastante personalidade e muitas qualidades, conquistando facilmente a maioria das pessoas com demonstrações de carinho e muita vontade de brincar. Dóceis, protetores, agitados e companheiros, os cães já fazem parte da vida de 37,1 milhões de lares brasileiros e, com o aquecimento que o mercado pet do pais, vem demonstrando, esse número só tende a crescer nos próximos anos.
Tendo em vista que o melhor amigo do homem é, sem dúvidas, o pet mais querido entre o povo brasileiro - superando o número de pets felinos em mais de 15 milhões – o mercado desenvolve cada vez mais produtos e serviços especificos para cachorro, tendo o amor dos donos de pet por seus bichinhos como a garantia de bons negócios e muito lucro.
No entanto, as razões para que os cães sejam considerados os grandes amigões dos humanos são muitas, e quem é dono de um cachorro garante que ninguém sabe entendê-los como seus bichões de estimação de quatro patas. Para os não muito interados com o mundo animal, tal afirmação pode soar como um exagero – mas, para se ter uma ideia da ligação que pode haver entre um humano e um cão, basta lembrarmos que os cachorros têm sentimentos, e isso já foi, inclusive, provado.
melhor-amigo-homem
De acordo com análises de ressonância magnética realizadas em dezenas de cachorros na Universidade de Emory, nos Estados Unidos, estes animais demonstram emoções como as dos humanos. Para que o estudo fosse feito, os cahorros participantes foram devidamente treinados por adestradores durante cerca de dois anos - permitindo que os animais ficassem parados dentro da máquina de ressonância magnética de maneira correta (e, inclusive, com protetores auditivos) para que os resultados pudessem ser colhidos. 
Com tais esforços, foi possível, pela primeira vez, mapear as reações cerebrais dos cães em relação a diferentes estímulos, revelando que uma série de estruturas no cérebro dos animais são bastante parecidas com a dos humanos – principalmente, no que é relacionado a mecanismos de recompensas.
Em determinado momento durante o mapeamento, o dono do cão sendo estudado reaparecia no local e, com este “teste”, foi possível detectar atividades na parte do cérebro dos cães que é ligada às recompensas – resultado interpretado como uma clara demonstração de amor dos cães por parte dos especialistas, que afirmam que os sentimentos e a capacidade de amor, apego e positivismo destes animais podem ser comparados com as reações que acontecem no cérebro das crianças.
Embora os testes ainda estejam em fase inicial, seus resultados já ajudam bastante a provar o que todo dono de um pet canino já sabe: os cães são animais cheios de amor. Independentemente de testes e estudos, tal fato não é difícil de ser notado em muitas raças e pets que encontramos, que agem de maneira extremamente carinhosa e super protetora em relação aos seus proprietários – latindo, se agitando e fazendo de tudo para protegê-los de qualquer sinal de perigo.
Além da capacidade de criar apego e uma conexão emocional com humanos e outros animais, a inteligência dos cachorros é algo que também é extremamente difundido e explorado, tranformando cães em verdadeiros super-heróis aos olhos de deficientes físicos e intelectuais – que podem tirar muito proveito da ajuda de um amigão de quatro patas para ganhar mais independência e até motivação.
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Esse alto nível de inteligência é, justamente, o que permite a evolução de treinamentos específicos para cães, que podem fazer diferença na sociedade por se tornarem grandes terapeutas (como no caso dos cães-guia e dos que atuam em trabalhos com crianças portadoras da Síndrome de Down, por exemplo) e até seguranças, já que muitos dos melhores amigos do homem também fazem parte de times da polícia; ajudando em resgates, buscas, a encontrar drogas escondidas e pessoas perdidas, entre outras atividades.
Obviamente, cada raça de cachorro conta com determinadas características que nem sempre são comuns a todos os amigões de quatro patas; no entanto, a capacidade de amar e dar carinho é algo presente em todos estes animais. Tendo em mente essas novas informações, basta decidir que tipo de personalidade de cão é a ideal para você e procurar um dos postos de adoção de animais que há no País, ajudando a diminuir a taxa de abandono deste animal tão carinhoso e aproveitando todo o amor que ele pode oferecer para a sua família no conforto de um lar.